quarta-feira, 11 de maio de 2016

POR QUE MAIO É O MÊS DE MARIA?


Na época medieval abundaram costumes centrados na chegada do bom clima e o afastamento do inverno. O dia 1º de maio era considerado como o apogeu da primavera.
Durante este período, antes do século XII, entrou em vigor a tradição de Tricesimum ou “A devoção de trinta dias à Maria”. Estas celebrações aconteciam do dia 15 de agosto ao 14 de setembro e ainda são comemoradas em alguns lugares.
A ideia de um mês dedicado especificamente a Maria remonta aos tempos barrocos – século XVII. Apesar de nem sempre ter sido celebrado em maio, o mês de Maria incluía trinta exercícios espirituais diários em homenagem à Mãe de Deus.
Foi nesta época que o mês de maio e de Maria combinaram, fazendo com que esta celebração conte com devoções especiais organizadas cada dia durante todo o mês. Este costume durou sobretudo durante o século XIX e é praticado até hoje.
As formas nas quais Maria é honrada em maio são tão variadas como as pessoas que a honram.
As paróquias costumam rezar no mês de maio uma oração diária do Terço e muitas preparam um altar especial com um quadro ou uma imagem de Maria. Além disso, trata-se de uma grande tradição a coroação de Nossa Senhora, um costume conhecido como Coroação de Maio.
Normalmente a coroa é feita de lindas flores que representam a beleza e a virtude de Maria e também lembra que os fiéis devem se esforçar para imitar suas virtudes. Em algumas regiões, esta coroação acontece em uma grande celebração e, em geral, fora da Missa.
Entretanto, os altares e coroações neste mês não são apenas atividades “da paróquia”. Podemos e devemos fazer o mesmo em nossos lares com o objetivo de participar mais plenamente na vida da Igreja.
Devemos separar um lugar especial para Maria, não por ser uma tradição comemorada há muitos anos na Igreja ou pelas graças especiais que podemos alcançar, mas porque Maria é nossa Mãe, mãe de todo o mundo e porque se preocupa com todos nós, intercedendo inclusive nos assuntos menores.
Por isso, merece um mês inteiro para homenageá-la.



A MISSÃO DO ESPÍRITO SANTO NA IGREJA



Terminada na terra a obra que o Pai confiou ao Filho, O Espírito Santo foi enviado no dia de Pentecostes a fim do santificar continuamente a Igreja e, por Cristo, no único Espírito, terem os fiéis acesso junto ao Pai. Ele é o Espírito da vida, a fonte de água que jorra para a vida eterna. Por ele, o Pai dá vida aos homens mortos pelo pecado, até ressuscitar em Cristo seus corpos mortais.
O Espírito habita na Igreja e nos corações dos fiéis como em um templo. Neles ora e dá testemunho da adoção de filhos. Conduz a Igreja ao conhecimento da verdade total, unifica-a na comunhão e nos ministérios, ilumina-a com diversos dons carismáticos e hierárquicos e enriquece-a com seus frutos. Pela força do evangelho, rejuvenesce a Igreja, renovan­do-a constantemente e a conduz à perfeita união com seu Esposo. Pois o Espírito e a Esposa dizem ao Senhor Jesus: "Vem!"
Assim se apresenta a Igreja inteira como um povo reunido pela unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
O conjunto dos fiéis, consagrado pela unção do Espírito Santo, não pode enganar-se na fé. Esta peculiaridade se exprime através do sentido sobrenatural da fé, quando na sua totalidade, a hierarquia e os fiéis leigos, manifestam um consenso universal em matéria de fé e costumes.
Com este senso de fé, formado e sustentado pelo Espí­rito da verdade, o povo de Deus, guiado pelo sagrado ma­gistério a que obedece com fidelidade, acolhe não mais como palavras dos homens, mas, na realidade, a palavra de Deus, e adere sem esmorecimento à fé que, uma vez para sempre, foi transmitida aos santos (Jd 3). Nela penetra sempre mais profundamente, com reto julgamento, e cada vez mais plenamente a põe em prática em sua vida.

Além disso, por meio dos sacramentos e ministérios, o Espírito Santo não apenas santifica e conduz o povo de Deus e o adorna com virtudes, mas ainda distribui a cada um seus dons conforme quer (1Cor 12,11), e concede também graças especiais aos fiéis de todas as condições. Torna-os assim aptos e disponíveis para assumir deveras obras ou funções, em vista de uma séria renovação e mais ampla edificação da Igreja, conforme foi dito: A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum (1Cor 12,5). Estes carismas devem ser recebidos com ação de graças e consolação. Pois todos, desde os mais extraordinários aos mais simples e comuns, são perfeitamente apropriados e úteis às necessidades da Igreja.

MOMENTO COM A PALAVRA 11.05.16


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo escrito por João 17,11b-19

Naquele tempo:
Jesus ergueu os olhos ao céu e disse:
11b'Pai santo, guarda-os em teu nome,
o nome que me deste,
para que eles sejam um
assim como nós somos um.
12Quando eu estava com eles,
guardava-os em teu nome,
o nome que me deste.
Eu guardei-os e nenhum deles se perdeu,
a não ser o filho da perdição,
para se cumprir a Escritura.
13Agora, eu vou para junto de ti,
e digo estas coisas, estando ainda no mundo,
para que eles tenham em si
a minha alegria plenamente realizada.
14Eu lhes dei a tua palavra,
mas o mundo os rejeitou,
porque não são do mundo,
como eu não sou do mundo.
15Não te peço que os tires do mundo,
mas que os guardes do Maligno.
16Eles não são do mundo,
como eu não sou do mundo.
17Consagra-os na verdade;
a tua palavra é verdade.
18Como tu me enviaste ao mundo,
assim também eu os enviei ao mundo.
19Eu me consagro por eles,
a fim de que eles também sejam consagrados na verdade'.
Palavra da Salvação.
Nos grandes textos de despedida da Bíblia (especialmente Dt 32-33) o protagonista termina o discurso por meio de uma prece, hino ou benção. O evangelho de João segue essa lógica com maestria e perfeição. Nesse sentido, Jo 17 pode ser considerado o ponto alto do livro. Uma forma de Jesus de interceder pelos seus que ainda permanecem no mundo. É deste Jesus orante que João nos apresenta agora uma imagem, um ícone envolvido em mistério. João parece ver Jesus por dentro, e nesta visão de fé ele apresenta aquilo que, invisível aos nossos olhos, se realiza quando Jesus entra na glória: o diálogo entre Jesus e o Pai.
Nesse texto aparece uma expressão bem paradoxal: “no mundo, mas não deste mundo”. Jesus ora ainda no mundo, mas numa ótica que já não é deste mundo, e sim da glória de Deus. Jesus ora também para que esta glória seja também a situação dos seus, que eles também sejam envolvidos neste mistério. Pois este Jesus orante está plenamente envolvido com os seus. Percebe-se que ele se dirige ao Pai como “nosso Pai”.
Nesse ponto do evangelho os discípulos já se encontram num ponto mais elevado de fé. Eles aqui não precisam suscitar a fé, mas aperfeiçoar esse processo de fé, buscar intimidade com o Pai a exemplo dessa intimidade que Jesus tem com o Pai.


terça-feira, 10 de maio de 2016

CONTEMPLANDO A AVE MARIA


A belíssima tradição que consagra a Nossa Senhora o mês de maio ilumina a devoção popular e põe em nosso coração e em nossa boca a oração:
“Ave, Maria, cheia de graça!” Alegra-te, cheia de graça! (Cf. Lc 1, 28). A alegria desceu do Céu e entrou em tua casa, tu que és causa de nossa alegria! Nós te saudamos, Virgem Maria, porque és o vaso precioso escolhido por Deus, para que a graça manifestasse toda a sua força, quando o Filho Eterno do Pai se encarnou em teu seio puríssimo. Obrigado porque teu exemplo provoca em nós o abandono de todo o rastro deixado pelo pecado em nossas intenções e desejos. Cheia de graça, intercede junto de Deus por nós, para que exista em nosso coração o horror ao pecado e à maldade. Faze-nos apaixonados pelo bem e pela virtude!
“O Senhor está contigo!” (Cf. Lc 1, 28). Ressoe em teu coração, para que digas “e com teu espírito”, a saudação do Anjo. A força de Deus, Gabriel, manifestou-se a ti, no silêncio potente da Casa de Nazaré. De fato, Deus não é rumoroso, age na serenidade e na calma. De fato, “na serenidade está a salvação, na calma e na confiança, está a nossa força” (Cf. Is 30, 15). No meio do reboliço de nossa vida tão agitada, queremos estar contigo. Acolhe-nos, Mãe querida, em teu regaço de amor, que recebe a Palavra Eterna do Pai, que quer fazer-se carne em teu ventre, para a salvação do mundo.
“Bendita és tu entre as mulheres!” (Cf. Lc 1, 42). Nosso mundo clama por mulheres benditas! Benditas na escolha que Deus fez delas, para serem sinal da ternura, tão esquecida em nosso tempo. Bendita, Maria, porque trazes em ti e contigo todas as grandes figuras do Antigo Testamento e estás na frente de uma imensa multidão, mulheres santas, mártires, viúvas, virgens, mulheres preservadas da maldade e outras muitas convertidas admiravelmente. Bendita és tu por seres feminina sem ser partidária de qualquer grupo ideológico! Tu és simplesmente Maria! Maria bendita, bem-aventurada, feliz! Com todas as gerações de cristãos, também nós te proclamamos bendita!
“Bendito é o fruto do teu ventre!” (Cf. Lc 1, 43). Tu que és mãe abençoada nos conduzes ao teu Filho Jesus. Bendita a maternidade do corpo e a maternidade espiritual, com a qual te enriqueceste e nos envolves a todos, para experimentarmos a alegria de sermos também teus filhos, como teu Filho Amado assim desejou, do alto do trono da Cruz. Tu nos recebeste com amor: “Mulher, eis o teu filho!” Depois…: “Eis a tua mãe!” (Cf. Jo 19, 27). A partir daquela hora, todos os discípulos de teu Filho te acolhemos naquilo que é nosso, e nos alegramos porque disseste corajosamente teu segundo sim, aos pés da Cruz, quando as dores do Crucificado partejaram a Igreja, da qual te fizeste mãe e mestra. Desde a Anunciação, tu nos fazes encontrar Jesus. Por isso este nome bendito se torna a palavra mais forte que pronunciamos, levados pelo Anjo e por Isabel, a dizer “Jesus”, pois fora dele não há salvação!
“Como mereço que a mãe do meu Senhor venha me visitar?” (Lc 1, 43). Infinito abismo e infinita proximidade! O Filho eterno chegou à casa de Isabel e Zacarias. na mais bela de todas as procissões, iniciada em Nazaré para chegar às alturas das montanhas de Judá! Queremos estar perto de ti e te agradecemos! Mais do Isabel, sabemos ser indignos de receber a Mãe do nosso Senhor e aquele que ela traz em seu ventre. No entanto, sabemos ser altamente consolador estar aqui em tua presença, ó Mãe do Senhor
“Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores”! Fazemos pública a nossa confissão, Mãe admirável e amável. A ti suspiramos, gemendo e chorando, pois muitas vezes são mesmo de lágrimas os vales da vida que percorremos. Queremos trazer ao teu colo de amor todas as necessidades de nosso tempo. Cuida das mães, seja qual for a situação em que se encontrem, Pede ao Senhor por elas, para que se alegrem na geração e da educação de seus filhos. Confia-lhes, Mãe da Igreja, muitas responsabilidades na Igreja doméstica que é o lar. Que por tua intercessão e oração fervorosa, elas sejam mulheres alegres e não abatidas, mães felizes com os filhos, “quais rebentos de oliveira” (Cf. Sl 127)
“Agora e na hora de nossa morte”. Maria, Mãe de Deus, a oração da Igreja, que ecoa as palavras da Escritura tomadas na primeira parte da oração, falam de tua missão. Sabemos que estarás sempre perto, que não te escandalizas por sermos pecadores. Antes, sabemos que tuas mãos de Mãe da Misericórdia nos acompanham hoje e nos conduzirão, temos certeza, à casa do Pai. Não precisamos de mais nada, pois isso nos basta para percorrermos juntos as casas de nossos irmãos e irmãs, tantas vezes machucados na alma pelas enfermidades e fraquezas! Conduze-nos todos a teu Filho Jesus!
E vai à Sagrada Família, Jesus, Maria e José, a súplica a ser rezada em família neste domingo dedicado às mães: “Jesus, Maria e José, em vós contemplamos o esplendor do verdadeiro amor, confiantes, a Vós nos consagramos. Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e
cenáculos de oração, autênticas escolas do Evangelho e pequenas igrejas domésticas. Sagrada Família de Nazaré, que nunca mais haja nas famílias episódios de violência, de fechamento e divisão; e quem tiver sido ferido ou escandalizado seja rapidamente consolado e curado. Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos conscientes do caráter sagrado e inviolável da família, da sua beleza no projeto de Deus. Jesus, Maria e José, ouvi-nos e acolhei a nossa súplica. Amém”. (Papa Francisco, Exortação Apostólica Amoris Laetitia)


MOMENTO COM A PALAVRA 10.05.16


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 17,1-11a
Naquele tempo:
1Jesus ergueu os olhos ao céu e disse:
'Pai, chegou a hora.
Glorifica o teu Filho, para que o teu Filho te
glorifique a ti,
2e, porque lhe deste poder sobre todo homem, ele dê
a vida eterna a todos aqueles que lhe confiaste.
3Ora, a vida eterna é esta:
que eles te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro,
e àquele que tu enviaste, Jesus Cristo.
4Eu te glorifiquei na terra
e levei a termo a obra que me deste para fazer.
5E agora, Pai, glorifica-me junto de ti,
com a glória que eu tinha junto de ti
antes que o mundo existisse.
6Manifestei o teu nome aos homens
que tu me deste do meio do mundo.
Eram teus, e tu os confiaste a mim,
e eles guardaram a tua palavra.
7Agora eles sabem que tudo quanto me deste vem de ti,
8pois dei-lhes as palavras que tu me deste,
e eles as acolheram,
e reconheceram verdadeiramente que eu saí de ti
e acreditaram que tu me enviaste.
9Eu te rogo por eles.
Não te rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste,
porque são teus.
10Tudo o que é meu é teu
e tudo o que é teu é meu.
E eu sou glorificado neles.
11aJá não estou no mundo, mas eles permanecem no mundo,
enquanto eu vou para junto de ti'.
Palavra da Salvação.

Antes de partir para junto do Pai, Jesus reza por todos nós e o Evangelho de São João registra essa oração que ficou conhecida como Oração Sacerdotal de Jesus. Jesus inicia esta oração rezando por si mesmo, uma vez que ele sabe que a paixão está chegando e que deve estar preparado para sofrer. Em seguida, Jesus diz ao Pai que cumpriu a missão que lhe foi confiada, de modo que o Nome de Deus foi manifestado aos homens sendo que sua mensagem foi acolhida e muitos reconheceram-no como o enviado do Pai para, em seguida, rezar por todos os que creram em suas palavras.

A AÇÃO DO ESPÍRITO SANTO


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Qual é o homem que, ao ouvir os nomes com os quais é designado o Espírito Santo, não eleva seu ânimo e o seu pensamento para a natureza divina? É chamado Espírito de Deus, Espírito da verdade que procede do Pai, Espírito de retidão, Espírito principal, e como nome próprio e peculiar, Espírito Santo.
Volta-se para ele o olhar de todos os que buscam a santificação; para ele tende a aspiração de todos os que vivem segundo a virtude; é o seu sopro que os revigora e reanima para atingirem o fim natural e próprio para que foram feitos.
Ele é fonte da santidade e luz da inteligência; é ele que dá, de si mesmo, uma certa iluminação à nossa razão natural para que encontre a verdade.
Inacessível por sua natureza, torna-se acessível por sua bondade. Enche tudo com o seu poder, mas comunica-se apenas aos que são dignos; não a todos na mesma medida, mas distribuindo os seus dons em proporção da fé. Simples na essência, múltiplo nas manifestações do seu poder, está presente por inteiro em cada um, sem deixar de estar todo em todo lugar. Reparte-se e não sofre diminuição. Todos dele participam e permanece íntegro, à semelhança dos raios do sol que fazem sentir a cada um a sua luz benéfica como se fosse para ele só, e contudo iluminam a terra e o mar e se difundem pelo espaço.
Assim é também o Espírito Santo: está presente em cada um dos que são capazes de recebê-lo, como se estivesse nele só, e, não obstante, dá a todos a totalidade da graça de que necessitam. Os que participam do Espírito recebem os seus dons na medida em que o permite a disposição de cada um, mas não na medida do poder do mesmo Espírito.
Por ele, os corações são elevados ao alto, os fracos são conduzidos pela mão, os que progridem na virtude chegam à perfeição. Ele ilumina os que foram purificados de toda a mancha e torna-os espirituais pela comunhão consigo.
E como os corpos límpidos e transparentes, sob a ação da luz, se tornam também extraordinariamente brilhantes e irradiam um novo fulgor, da mesma forma também as almas que recebem o Espírito e são por ele iluminadas tornam-se espirituais e irradiam sobre os outros a graça que lhes foi dada.
Dele procede a previsão do futuro, a inteligência dos mistérios, a compreensão das coisas ocultas, a distribuição dos carismas, a participação na vida do céu, a companhia dos coros dos anjos. Dele nos vem a alegria sem fim, a união constante e a semelhança com Deus; dele procede, enfim, o bem mais sublime que se pode desejar: o homem é divinizado.


segunda-feira, 9 de maio de 2016

EVANGELHO DO DIA 09.05.16


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 16,29-33
Naquele tempo:
29Os discípulos disseram a Jesus:
'Eis, agora falas claramente e não usas mais figuras.
30Agora sabemos que conheces tudo
e que não precisas que alguém te interrogue.
Por isto cremos que vieste da parte de Deus.
31Jesus respondeu: 'Credes agora?
32Eis que vem a hora - e já chegou -
em que vos dispersareis, cada um para seu lado,
e me deixareis só.
Mas eu não estou só; o Pai está comigo.
33Disse-vos estas coisas
para que tenhais paz em mim.
No mundo, tereis tribulações.
Mas, tende coragem! Eu  venci o mundo!'
Palavra da Salvação.


Muitas vezes proclamamos com orgulho a nossa fé e procuramos vivê-la da melhor forma possível através da prática da caridade e da participação na vida comunitária. Mas seria um grande engano acreditarmos que estamos prontos para vencer todos os desafios que poderão ser propostos para a nossa fé. Os discípulos acreditaram em Jesus, no entanto fraquejaram diante da cruz. Nós devemos ter consciência que Jesus venceu o mundo, mas nós não o vencemos, e nem poderemos vencê-lo. A vitória sobre o mundo é obra de Jesus, temos que acreditar nisso e participar da sua obra para que, com ele, também nós sejamos vencedores.